quinta-feira, 10 de maio de 2012

Leitura de Jornal














Veja & Cachoeira: jornalismo a pique ?
No comentário que o editor faz diariamente no Twitcam (veja na capa do site www.polibiobraga.com.br) o assunto principal desta segunda-feira é uma discussão iniciada e açulada pelo PT e seus aliados do PIG (Partido da Imprensa Governista), como Carta Capital e Rede Record, que tentam levar para o centro da CPI do Cachoeira a questão do “marco regulatório” (controle da imprensa).

A revista Veja é a mais atacada, mas os golpistas também miram jornalões como Estadão, Folha e O Globo, além da blogsfera, onde PT e PIG apanham de modo devastador e quase todos os dias.

O controle da imprensa sempre foi desejado pelos governantes de todos os Partidos, mas apenas o PT atreve-se a defender um modelo do tipo cubano para o Brasil.

Esta campanha sórdida contra a liberdade de imprensa tem o objetivo de colocar sob proteção os bandoleiros políticos do Mensalão, além de suprimir do noticiário as referências diárias sobre as patifarias que ocorrem com o dinheiro dos contribuintes.

Nem todo mundo fala tão francamente sobre isto, preferindo colocar-se a reboque dos bandoleiros políticos, como é o caso da revista Carta Capital. Na edição desta semana, a revista de Mino Carta apresenta uma capa “trabalhada” de Veja, na qual surge a foto de Roberto Civita sobre o título “Nosso Murdoch”. A reportagem principal fala sobre “Veja & Cachoeira, jornalismo a pique”, que tenta apresentar fatos reprováveis de relações permissivas entre o bicheiro e a revista, sem apresentar prova alguma.

Ora, até pela natureza do caso Murdoch, a foto que melhor caberia na capa de Veja seria a do próprio Mino Carta, do bispo Edir Macedo ou de Silvio Santos, estes, sim, comensais dos favores e das fartas verbas do governo – e seus porta-vozes incondicionais. Carta Capital, aliás, publica nesta edição apenas 10 páginas de publicidade, 4 das quais são de empresas do governo: tres da Caixa Federal e uma da Petrobrás. Há também uma página da Interfarma, a entidade de lobismo que representa  a indústria farmacêutica, que patrocina um caderno d e 16 páginas de defesa dos interesses do setor. Um dos destaques do caderno é o presidente da Interfarma, o ex-governador Antonio Britto.



Federação de bancos critica redução de juros e prega cautela

A Federação Nacional dos Bancos (Febraban) criticou as medidas de redução de juros do governo e disse em relatório que as reduções da taxa básica de juros (Selic), promovida pelo Banco Central (BC), não são suficientes para estimular uma ampliação da oferta de crédito no mercado brasileiro.

"É possível criar condições mais favoráveis à expansão do crédito reduzindo as taxas básicas, mas uma ampliação efetiva das operações passa por uma postura mais agressiva, tanto dos emprestadores como dos tomadores de crédito, que por sua vez depende de expectativas econômicas mais otimistas", diz o relatório.

De acordo com a Febraban, a mudança nas regras da poupança funcionou como estímulo adicional para o mercado vislumbrar novos possíveis cortes na Selic, mas os bancos devem permanecer cautelosos. "É esse o 'paradoxo' da conjuntura atual: a piora nos indicadores (especialmente externos) abre espaço para quedas adicionais dos juros básicos, mas ao mesmo tempo parece impor uma cautela adicional aos agentes econômicos", completa o relatório.

Briga
Na segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff voltou a pressionar os bancos para reduzirem as taxas de juros cobradas no Brasil. Em seu programa semanal de rádio Café com a presidenta, ela a firmou que a queda da taxa de juros para o consumidor "é um caminho sem volta". "Porque o Brasil tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos do mundo, e pode perfeitamente fazer a sua parte e ajudar o País diminuindo os juros que cobram dos trabalhadores e dos empresários. Essa força dos bancos e a segurança da nossa economia têm de permitir que eles ofereçam crédito mais barato para o povo brasileiro", disse.

Dilma também deu dicas para encontrar os menores juros do mercado. "Nossos cidadãos têm uma arma poderosa para negociar. Fazer os depósitos de sua renda naqueles bancos que vão cobrar as menores taxas de juros quando eles precisarem de empréstimos. Quando você vai à feira ou quando vai comprar uma geladeira ou uma TV, você faz uma pesquisa para saber onde o produto está mais barato, não é mesmo? Com os bancos, tem que ser do mesmo jeito."


Fonte:  Terra Notícias



STF libera inquérito e esquenta CPI

Decisão do ministro Ricardo Lewandowski permitirá também que Conselho de Ética, ao processar Demóstenes, acesse os dados

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Fonte:
Zero Hora



VOTO FRANCÊS
Socialistas voltam ao Eliseu


François Hollande vence o presidente Nicolas Sarkozy no segundo turno e contraria políticas da UE


Em um domingo histórico para os franceses, Nicolas Sarkozy transformou-se no 11.º líder europeu abatido pela crise econômica que assola o continente.
O Partido Socialista voltará ao poder com François Hollande, após 17 anos longe do Palácio do Eliseu.

Com a estimativa de ter feito 51,7% dos votos, Hollande se converte no segundo presidente socialista da V República Francesa (fundada por Charles De Gaulle em 1958), depois de François Mitterrand (1981 a 1995).

A ascenção de Hollande poderá implicar em uma mudança de rumo no mapa político europeu, dominado por conservadores em 22 dos 27 países da União Europeia. O francês é o primeiro líder eleito condenando a linha do rigor fiscal sem crescimento determinada por Bruxelas.


Fonte: Zero Hora




Elizabeth II faz discurso com pompa e propõe reforma polêmica

A rainha Elizabeth II senta no trono da Câmara dos Lordes, a alta câmara do Parlamento britânico, para ler o discurso
A rainha Elizabeth II deixa o palácio de Westminster ao lado do marido, o príncipe Philip, em carruagem de luxo. A monarca discursou na abertura solene do Parlamento britânico em uma cerimônia cheia de pompa. A rainha apresentou a agenda legislativa do governo, que inclui uma polêmica reforma Câmara dos Lordes que propõe que o número de membros desta Casa seja reduzido pela metade e seus membros sejam eleitos majoritariamente por sufrágio. Atualmente, os seus membros são vitalícios


Fonte:
Terra Notícias



OPOSITOR CHINÊS
O ativista que driblou 90 agentes


VIDA DE DISSIDENTE

Na China: Ir contra o regime é mais do que um risco político, pode vir a ser um risco físico.

Ameaças, monitoramento pela internet, prisões sem julgamento e boicotes são a rotina dos que desafiam o poder do Partido Comunista.

Milhares de dissidentes denunciaram uma série de detenções e de prisões domiciliares em função do medo do governo de que as revoltas da Primavera Árabe também chegassem ao país.

CONHEÇA ALGUNS DOS PRINCIPAIS OPOSITORES:

Ai Weiwi - Artistas plástico, crítico feroz do regime chinês, foi acusado por evasão de divisas. Ficou preso 80 dias sem poder se comunicar com ninguém.

Liu Xiaobo - Prêmio Nobel da Paz de 2012, o professor de literatura está preso por incitar a subversão desde 2008 e deve ser solto apenas em 2020.

Wang Bingzhang - Médico preso em 2003 por acusação de espionagem e terrorismo. Foi condenado à prisão perpétua.


Fonte: Zero Hora.

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