Ministro: espionagem contra Dilma e Lula 'causou desagrado'
A revelação de que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram espionados por órgãos de inteligência, mesmo após a redemocratização do País (durantes os governos de José Sarney e Fernando Collor), "causou surpresa e desagrado" ao Palácio do Planalto. A afirmação foi feita nesta sexta-feira pelo ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República.
Saiba o que é e como funciona a Lei de Acesso à Informação
"Claro que causa surpresa e desagrado, mas é um tempo que a gente espera não viver mais no Brasil. Esta é a nossa expectativa, e não é uma prática do nosso governo", disse Gilberto Carvalho ao chegar, na manhã de hoje, à cerimônia de inauguração de um centro de referência para atendimento à população de rua em Brasília
A ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que também participou da solenidade, destacou que as revelações sobre casos de espionagem como estes, obtidas nos acervos públicos (Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro) são consequência da Lei de Acesso à Informação e do funcionamento da Comissão da Verdade. As duas leis foram sancionadas em novembro do ano passado.
Segundo Maria do Rosário, a revelação de informações sobre a perseguição e a espionagem política à presidente e ao ex-presidente era o que se mais esperava com a entrada de vigor da lei. Para a ministra, a existência da Comissão da Verdade também "suscita" o surgimento de informações sobre as investigações feitas pelo Estado.
Perguntada se procurou saber se existem documentos a seu respeito, por causa de militância política, a ministra disse que sua "contribuição para a redemocratização foi muito modesta". Nascida em 1966, Maria do Rosário tinha apenas 2 anos quando o governo baixou o Ato Institucional nº 5 (AI-5), endurecendo o regime inaugurado pelo golpe de 1964 e aumentando a perseguição política a seus opositores.
Fonte: Terra Notícias
Morte de imigrantes por desidratação comove a Itália
Na tentativa de chegar à Europa, 54 africanos morreram em uma embarcação no Mar Mediterrâneo
Em uma das principais rotas migratórias do mundo, o drama humanitário é diário.
Desta vez, comoveu até o país de destino, pouco afeito a receber os aspirantes a moradores que chegam do além-mar.
Além de sensibilizar a Itália, onde pretendiam aportar os 54 africanos que morreram de sede em uma embarcação no Mar Mediterrâneo nos últimos dias, o caso chama a atenção, novamente, para o problema do intenso fluxo de migrantes que têm chegado à Europa empurrados pela miséria especialmente depois da primavera árabe, no início do ano passado.
Levada a público pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), a história é contada a partir do relato do único sobrevivente, encontrado na segunda-feira à noite na costa de Túnis, na Tunísia, agarrado aos restos de uma embarcação e a um barril, segundo o jornal espanhol El País. Natural da Eritreia, o homem foi imediatamente levado ao hospital da cidade de Zarzis com sintomas de congelamento e desidratação. Ele afirmou que em seu barco viajavam outras 54 pessoas, — incluindo três membros de sua família — que assistiu morrer uma por uma. A maior parte dos imigrantes era proveniente da Eritreia.
Com sede, muitos beberam água do mar
Representando a esperança de uma vida melhor em solo europeu, a embarcação zarpou no final de junho da costa da Líbia com destino à Itália. Provavelmente, não carregava água porque o trajeto é considerado curto, segundo o relato do sobrevivente, que teve a identidade preservada pelo Acnur. Depois de um dia de navegação, a costa italiana começou a ser avistada. O vento forte, porém, os fez regressar mar adentro e manteve o barco à deriva por duas semanas. Muitos beberam água do mar — inclusive o sobrevivente — mas foram, aos poucos, morrendo de desidratação.
Outros 50 africanos, entre eles uma menina de dois anos, foram resgatados na madrugada de ontem na costa de Messina, na Sicília, também na Itália. Antes, haviam recusado a ajuda das forças armadas de Malta, com medo de serem mandados de volta a seus países de origem — Eritreia e Somália.
Fonte: Zero Hora, 12 de julho 2012
O que é a Legião Estrangeira? Ela ainda existe?
Essa lendária corporação é uma unidade de soldados de diversas nacionalidades que lutam por dinheiro. Apesar de ser ligada ao Exército francês, a Legião Estrangeira aceita o alistamento de gente de qualquer país do mundo - e ainda existe hoje em dia, sim! Atualmente, ela tem cerca de 7 800 soldados divididos em 10 regimentos na França - onde fica a sede da Legião -, na Guiana Francesa, em Maiote (uma ilha do oceano Índico) e em Djibuti, na costa nordeste da África. A Legião foi fundada em março de 1831 pelo então rei da França, Luís Filipe, para ajudar no controle das colônias francesas na África. Ao longo de sua história, a Legião Estrangeira participou das maiores batalhas militares do mundo, incluindo a Primeira e a Segunda Guerras e, mais recentemente, a Guerra do Golfo.
Desde que foi criada, a corporação mantém o costume de permitir que os soldados se alistem com um nome falso - é a chamada "identidade declarada".
Muita gente pensa que por causa disso a Legião aceita um monte de bandidões sanguinários, fugidos de seus países por causa de problemas com a lei. Isso já rolou no passado, mas hoje não é bem assim: o processo de admissão ficou mais rigoroso, submetendo todos os candidatos a checagens de sua vida. Ficou interessado? É bom pensar duas, três, mil vezes antes de embarcar nessa. Quem quiser se juntar à Legião Estrangeira precisa viajar à França por conta própria e se submeter a uma bateria de exames físicos e psicológicos. Se for aprovado, o soldado assina um contrato de cinco anos e começa com um salário em torno de 1 000 euros - cerca de 2 700 reais.
Antes de fazer as malas, dê uma olhada no depoimento e nas fotos de um brasileiro que passou cinco anos na ceara conta com detalhes como é o dia-a-dia de um legionário, cheio de exercícios físicos extenuantes e testes de resistência barra-pesada.
Fonte: Mundo Estranho/Abril
Hollande e Cameron revivem rivalidade histórica entre França e Inglaterra
O jornal de centro esquerda inglês, “The Independent”, geralmente pró-União Europeia (UE), saudou o entendimento entre os dois líderes. Mas o “Financial Times”, mais cético com relação à UE, escreveu que Cameron e Hollande divergiram na abordagem das questões tributárias e de política econômica. No entanto, malgrado as diferenças que os separam, Cameron e Holande estão de acordo sobre um tema essencial para a continuidade da UE. Ambos se opõem à Angela Merkel e apoiam a criação dos eurobonds que seriam emitidos pelo Banco Central Europeu para enxugar a dívida incontrolável dos países mais frágeis da zona euro.
Tarso aprova Conselho de Comunicação que tentará cabrestear jornais e jornalistas do RS
O governador Tarso Genro recebeu nesta segunda-feira de manhã, o ante-projeto de criação do Conselho Estadual de Comunicação, que segundo ele foi aprovado pelo seu aparelhado Conselhão.
. A ARI repeliu o monstrengo.
- Esta é mais uma tentativa do governo petista de cabrestear e aparelhar as empresas de comunicação e os jornalistas. O projeto irá para a Assembléia e lá poderá ser derrubado.
Fonte: Polibio Braga – dia 10-7
DESEMPENHO MAGRO
Indicador do BC mostra estagnação da economia
Considerando uma prévia do que virá no Produto Interno Bruto (PIB), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), registrou retração em maio.
De acordo com dados do BC, o índice variou -0,02% na comparação com abril.
Após ligeiro crescimento em abril, o IBC-Br perdeu força e voltou a patinar. Agora, a ligeira acomodação do IBC-Br foi melhor que o esperado.
"A estabilidade de maio, contrariando sinais mais negativos vindos do desempenho mais fraco do consumo e da indústria, limita, por ora, leituras menos favoráveis para as estimativas do PIB do segundo trimestre", citou o Bradesco em relatório.
O IBC-Br é uma forma de avaliar e antecipar como está a evolução da atividade econômica. O acompanhamento do índice é considerado importante pelo BC para melhor compreensão da economia e contribui para as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom). Na quarta-feira, o Copom efetuou o oitavo corte seguido da Selic, para 8% ao ano.
Fonte: Zero Hora
Brasileiro precisa aprender a poupar, diz professor de Harvard
As políticas econômicas implementadas nos últimos meses pelo governo Dilma Rousseff estão corretas e devem impedir que a crise internacional se alastre para o País, de acordo com o professor de economia e especialista em Brasil da Universidade Harvard (EUA), Aldo Musacchio. Em entrevista exclusiva ao Terra, ele diz que essas políticas devem evitar a recessão em curto prazo, mas para o País voltar a crescer a taxas altas nos próximos 20 ou 30 anos é preciso realizar mudanças estruturais na legislação trabalhista, no sistema fiscal e criar uma mão de obra altamente qualificada para acompanhar a demanda que surgirá nos próximos anos. "Mais importante é que o País aprenda a poupar.
Fonte: Terra Notícias


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